MEU GRANDE AMIGO
Aos 17 anos já tinha comunicações com outros seres do orbe
terrestre. Trabalhava desde os 14 anos ajudando meu pai que
era agricultor. Vendeu suas terras, montou comércio. Faliu por
falta de conhecimento. Apenas uma ilusão. Já sem recurso
algum resolveu mudar para a cidade satélite de Taguatinga e de
lá veio para cidade livre, (Núcleo Bandeirante). Arranjou um
emprego de almoxarife de uma das primeiras distribuidoras de
gás liquefeito de petróleo em Brasília, já com bastante
conhecimento o ajudava no controle de estoque, carga descarga
de botijões, cilindros e carrapetas. Trabalho bruto, ai fui
habituando e desenvolvendo musculatura para o trabalho.
Galpão enorme com diversas mercadorias da empresa e lá fora
oitocentos ou mais botijões cercado com alambrado de arame
farpado. Ai pensei! Estou precisando de um dinheirinho a mais.
Procurei o responsável da Empesa e perguntei se podia montar
uma pequena marcenaria nos fundos do galpão. A resposta foi
afirmativa e com muita dificuldade fui comprando as pequenas
máquinas. Comecei a produzir camas. O negócio foi melhorando,
assim por diante, vinte, trinta peças de camas por semana e o
comércio era bom e logo comecei a produzir móveis, montei
uma loja. Animado. Otimista. Gostava de trabalhar sem camisa
usando calça jeans, mas sempre com botas, luvas e óculos de
proteção. Estudava à noite. Estava prestes a terminar o curso
Técnico de Contabilidade. Grandes professores em uma escola
com o nome de CNB, onde era líder estudantil etc. Mas isto
contarei de outra vez. Sempre fui temente a Deus, o conheci
como um grande amigo e é até hoje. Tenho um pacto com ele.
Pra mim não é abstrato é real. É fiel companheiro, gostaria de
apresenta-lo algum dia. Tem um filho muito especial íntegro e
muito bom. Está recrutando um exército de pessoas, se você
estiver interessado basta pensar nele e ele virá ao seu encontro,
mas tem um segredo que só se abre com fé e amor. Cansado do
trabalho de escola, mas o valor daqueles mestres me fazia
retornar á escola. Uma noite entrei para o quarto busquei o meu
grande amigo agradeci e adormeci. Lá pelas tantas da
madrugada me vejo deitado e fui para oficina que era do lado. Só
que não era no mesmo dia era no dia seguinte. Chega o meu
irmão caçula para ajudar no trabalho e ele foi para a serra
circular, logo que iniciou o trabalho de cortar a madeira,
escorregou a mão e a serra de bancada entrou no meio de seus
quatro dedos e eu aflito desesperado fui puxado repentinamente
para o meu corpo que estava em repouso fiquei com taquicardia
e não dormi mais naquela madrugada. No dia seguinte tomei
café e fui direto para a oficina. Conferi as máquinas as
instalações elétricas e ferramentas. Logo chega o irmão. Falei pra
ele. Pode sair daqui! Aqui não tem serviço para você hoje.
Travou-se uma discussão. Falava o meu irmão, deixa de ser
besta. Supersticioso. Vou trabalhar! Respondi não, nesta serra há
muito perigo ai. Falou de novo então vou para a plaina acertar as
laterais das camas. Respondi; sai daqui hoje não. O irmão saiu e
foi tomar café. Muito chateado sai pela porta lateral, e chamei
meu grande amigo. Estava em frete a um pé de mamão
carregado e bem verdinho. Olhei para o céu e falei, eu não estou
te vendo, sei que está ai. Contei; Está noite vi meu irmão partir a
mão com a serra. Reparte a pena dele comigo. Você está lendo e
estou emocionado ao te contar está história. O irmão retornou e
ligou a plaina, em poucos minutos a lamina da máquina feriu as
pontas dos seus dedos da mão direita. O sangue derramou pela
oficina toda, uma grande correria para estancar o sangue fomos
à farmácia próxima dali. Incrível! respirei aliviado, felizmente o
meu grande amigo me ouviu. O irmão se afastou do trabalho e
ficou bom. Foi apenas superficial. Alguns dias se passaram e tudo
foi esquecido. Continuei o meu trabalho. Tudo corria bem.
Chegou a hora de montar as camas produzidas, e coloquei a cola
para derreter numa vasilha em um fogareiro engatado no botijão
de gás, a válvula de segurança não resistiu o calor. De repente
uma grande explosão, a válvula de segurança não aguentou a
temperatura e explodiu. O fogo Queimava as paredes de tábua a
serragem se encandeceu as telhas começaram a derreter a caixa
de descarga derretendo, com um lençol de fogo em pressão de
300 libras. Um calor intenso. Que loucura! Sai pela porta do lado,
vi meu pai que vinha a frente de tantas pessoas. A explosão e
chamas chamou a atenção. Perdi a noção do perigo, voltei para
dentro do fogo, peguei o botijão pelos fundos com a mão
esquerda. Queimei o braço o cabelo e a orelha esquerda. Sentia
as ondas de calor penetrando meu corpo. Voltei novamente
com o braço direito queimei o outro lado, já não estava sentindo
mais dor nenhuma, joguei o botijão para fora do depósito.
Imaginem onde caiu! Caiu lá em baixo do pé de mamão, onde
havia falado com meu amigo. O botijão caiu de lado. Apagado.
Meu pai o virou de boca para baixo e ele congelou. O pé de
mamão esturricou e morreu. A multidão gritava: joga ele no
tanque de água. Sai correndo, Saltei a cerca da vizinha, e não sei
por que carga d’água pedi para ela bater clara de ovo e passar
em mim. Aquela boa senhora e suas filhas passaram a clara de
ovo em mim da cintura para cima. Não tinha mais cabelos
sobrancelhas e o cheiro de couro queimado invadia minha
narina. O pai e minha mãe me gritavam, até que descobriram
me na casa da vizinha. Tá doendo? Não! Não está. Foram atrás
de um carro preto na vizinhança e me levaram para o Hospital
Distrital de Brasília, me lembro da cara assombrada do motorista
ao olhar para mim. Sempre perguntando, tá doendo? Não! Ao
entrar no eixo monumental o meu corpo começou tremer muito
e a dor apareceu. Os dentes batiam sem parar e as lágrimas
rolaram face abaixo. Dor intensa. Quando cheguei, lá vem o
segurança. O que foi? Tem que fazer a ficha dele. Ele tem IAPI é
segurado do IAPTEC. Que droga! Falei para enfermeira chame o
doutor fulano e a enfermeira fulana, são meus primos, ai a coisa
mudou. Arranjaram uma maca, os médicos chegaram e
perguntaram. O que é isso que passaram nele? Respondi é clara
de ovo. O doutor respondeu, o tratamento já foi feito, não há
nada que fazer, vamos combater a dor. Fiquei lá deitado por um
bom tempo, quando movimentava parecia que ia rasgar tudo.
Mais tarde o primo doutor voltou e falou você está com
queimaduras de primeiro e segundo grau. Você vai receber alta a
equipe achou por bem não deixa-lo aqui, muito risco de
contaminação leve a receita e os analgésicos. Recebi alta e fui
para casa. Fiquei deitado na sala onde era mais fresco, não
conseguia dormir as pálpebras estavam endurecidas e sem
cabelos mal podia virar. A dor passou, uma casca grossa escura
cobriu meu corpo. Proibi visitas não queria compaixão de
ninguém. Uns quinze ou vinte dias foi cicatrizando, a casca
caindo e eu criei coragem de olhar no espelho, que coisa feia! Foi
ai que comecei a refletir. Essa foi a metade da pena que reparti
com meu irmão. A pedido da minha mãe recebi a visita da minha
namorada. Chegou sorrateiramente me cumprimentou ficou me
reparando, li os pensamentos dela. Pedi a ela que não voltasse
mais e que tudo estava terminado entra nós. Despediu e foi.
Agora chegou o momento de voltar as aulas. Pensei em não
voltar, mas estava determinado a me formar e voltei. Muito
triste com a minha aparência. Todas as manhãs assentava na
calçada da loja e ficava matutando... que pedido maluco foi
aquele. Não me arrependi e calei. Certa manhã assentado no
mesmo lugar, pensando, se não tivesse tirado aquele botijão
para fora, quantas pessoas estariam mortas num raio de muitos
metros, ainda com dois postos de gasolina a cem metros dali.
Esse pensamento me acalentou. De repente olho para o lado
vejo um velho de cor negra, chapeuzinho de aba curta, roupa e
sapatos brancos, tão brancos que refletia, com seu cajado
andando bem devagar. Aquela vara era maior que ele,foi se
aproximando. Bom dia meu filho! Porque está tão triste?
Respondi. Não vê como estou horrível. Ele falou não se
desespere tudo vai dar certo você vai ficar bom. Pede ao seu pai
para arranjar um sebo de carneiro bem branquinho, passe nas
queimaduras e fique um pouquinho no sol da manhã. Desejou
minhas melhoras e se foi. Vi pelas costas. Olhei para o lado e
quando virei de novo ele não estava mais. O pai foi atrás do sebo
e conseguiu. Comecei a usar todas as manhãs, o sol saia e eu
estava lá. Quando foi um dia olhei para os meus braços e vi,
pequenas manchas surgindo como se fosse sardas. Sai correndo
chamando minha mãe e gritando estou ficando pintado, a cor
estava voltando. Messes depois estava totalmente
restabelecido. Andei perguntando na vizinhança, mas ninguém
conhecia aquele PRETO VELHO! Essa encrenca é da pesada.
Quem seria ele? Um anjo? Uma entidade de luz? Ou meu grande
amigo.
Atenciosamente
Joades O.Alves
terrestre. Trabalhava desde os 14 anos ajudando meu pai que
era agricultor. Vendeu suas terras, montou comércio. Faliu por
falta de conhecimento. Apenas uma ilusão. Já sem recurso
algum resolveu mudar para a cidade satélite de Taguatinga e de
lá veio para cidade livre, (Núcleo Bandeirante). Arranjou um
emprego de almoxarife de uma das primeiras distribuidoras de
gás liquefeito de petróleo em Brasília, já com bastante
conhecimento o ajudava no controle de estoque, carga descarga
de botijões, cilindros e carrapetas. Trabalho bruto, ai fui
habituando e desenvolvendo musculatura para o trabalho.
Galpão enorme com diversas mercadorias da empresa e lá fora
oitocentos ou mais botijões cercado com alambrado de arame
farpado. Ai pensei! Estou precisando de um dinheirinho a mais.
Procurei o responsável da Empesa e perguntei se podia montar
uma pequena marcenaria nos fundos do galpão. A resposta foi
afirmativa e com muita dificuldade fui comprando as pequenas
máquinas. Comecei a produzir camas. O negócio foi melhorando,
assim por diante, vinte, trinta peças de camas por semana e o
comércio era bom e logo comecei a produzir móveis, montei
uma loja. Animado. Otimista. Gostava de trabalhar sem camisa
usando calça jeans, mas sempre com botas, luvas e óculos de
proteção. Estudava à noite. Estava prestes a terminar o curso
Técnico de Contabilidade. Grandes professores em uma escola
com o nome de CNB, onde era líder estudantil etc. Mas isto
contarei de outra vez. Sempre fui temente a Deus, o conheci
como um grande amigo e é até hoje. Tenho um pacto com ele.
Pra mim não é abstrato é real. É fiel companheiro, gostaria de
apresenta-lo algum dia. Tem um filho muito especial íntegro e
muito bom. Está recrutando um exército de pessoas, se você
estiver interessado basta pensar nele e ele virá ao seu encontro,
mas tem um segredo que só se abre com fé e amor. Cansado do
trabalho de escola, mas o valor daqueles mestres me fazia
retornar á escola. Uma noite entrei para o quarto busquei o meu
grande amigo agradeci e adormeci. Lá pelas tantas da
madrugada me vejo deitado e fui para oficina que era do lado. Só
que não era no mesmo dia era no dia seguinte. Chega o meu
irmão caçula para ajudar no trabalho e ele foi para a serra
circular, logo que iniciou o trabalho de cortar a madeira,
escorregou a mão e a serra de bancada entrou no meio de seus
quatro dedos e eu aflito desesperado fui puxado repentinamente
para o meu corpo que estava em repouso fiquei com taquicardia
e não dormi mais naquela madrugada. No dia seguinte tomei
café e fui direto para a oficina. Conferi as máquinas as
instalações elétricas e ferramentas. Logo chega o irmão. Falei pra
ele. Pode sair daqui! Aqui não tem serviço para você hoje.
Travou-se uma discussão. Falava o meu irmão, deixa de ser
besta. Supersticioso. Vou trabalhar! Respondi não, nesta serra há
muito perigo ai. Falou de novo então vou para a plaina acertar as
laterais das camas. Respondi; sai daqui hoje não. O irmão saiu e
foi tomar café. Muito chateado sai pela porta lateral, e chamei
meu grande amigo. Estava em frete a um pé de mamão
carregado e bem verdinho. Olhei para o céu e falei, eu não estou
te vendo, sei que está ai. Contei; Está noite vi meu irmão partir a
mão com a serra. Reparte a pena dele comigo. Você está lendo e
estou emocionado ao te contar está história. O irmão retornou e
ligou a plaina, em poucos minutos a lamina da máquina feriu as
pontas dos seus dedos da mão direita. O sangue derramou pela
oficina toda, uma grande correria para estancar o sangue fomos
à farmácia próxima dali. Incrível! respirei aliviado, felizmente o
meu grande amigo me ouviu. O irmão se afastou do trabalho e
ficou bom. Foi apenas superficial. Alguns dias se passaram e tudo
foi esquecido. Continuei o meu trabalho. Tudo corria bem.
Chegou a hora de montar as camas produzidas, e coloquei a cola
para derreter numa vasilha em um fogareiro engatado no botijão
de gás, a válvula de segurança não resistiu o calor. De repente
uma grande explosão, a válvula de segurança não aguentou a
temperatura e explodiu. O fogo Queimava as paredes de tábua a
serragem se encandeceu as telhas começaram a derreter a caixa
de descarga derretendo, com um lençol de fogo em pressão de
300 libras. Um calor intenso. Que loucura! Sai pela porta do lado,
vi meu pai que vinha a frente de tantas pessoas. A explosão e
chamas chamou a atenção. Perdi a noção do perigo, voltei para
dentro do fogo, peguei o botijão pelos fundos com a mão
esquerda. Queimei o braço o cabelo e a orelha esquerda. Sentia
as ondas de calor penetrando meu corpo. Voltei novamente
com o braço direito queimei o outro lado, já não estava sentindo
mais dor nenhuma, joguei o botijão para fora do depósito.
Imaginem onde caiu! Caiu lá em baixo do pé de mamão, onde
havia falado com meu amigo. O botijão caiu de lado. Apagado.
Meu pai o virou de boca para baixo e ele congelou. O pé de
mamão esturricou e morreu. A multidão gritava: joga ele no
tanque de água. Sai correndo, Saltei a cerca da vizinha, e não sei
por que carga d’água pedi para ela bater clara de ovo e passar
em mim. Aquela boa senhora e suas filhas passaram a clara de
ovo em mim da cintura para cima. Não tinha mais cabelos
sobrancelhas e o cheiro de couro queimado invadia minha
narina. O pai e minha mãe me gritavam, até que descobriram
me na casa da vizinha. Tá doendo? Não! Não está. Foram atrás
de um carro preto na vizinhança e me levaram para o Hospital
Distrital de Brasília, me lembro da cara assombrada do motorista
ao olhar para mim. Sempre perguntando, tá doendo? Não! Ao
entrar no eixo monumental o meu corpo começou tremer muito
e a dor apareceu. Os dentes batiam sem parar e as lágrimas
rolaram face abaixo. Dor intensa. Quando cheguei, lá vem o
segurança. O que foi? Tem que fazer a ficha dele. Ele tem IAPI é
segurado do IAPTEC. Que droga! Falei para enfermeira chame o
doutor fulano e a enfermeira fulana, são meus primos, ai a coisa
mudou. Arranjaram uma maca, os médicos chegaram e
perguntaram. O que é isso que passaram nele? Respondi é clara
de ovo. O doutor respondeu, o tratamento já foi feito, não há
nada que fazer, vamos combater a dor. Fiquei lá deitado por um
bom tempo, quando movimentava parecia que ia rasgar tudo.
Mais tarde o primo doutor voltou e falou você está com
queimaduras de primeiro e segundo grau. Você vai receber alta a
equipe achou por bem não deixa-lo aqui, muito risco de
contaminação leve a receita e os analgésicos. Recebi alta e fui
para casa. Fiquei deitado na sala onde era mais fresco, não
conseguia dormir as pálpebras estavam endurecidas e sem
cabelos mal podia virar. A dor passou, uma casca grossa escura
cobriu meu corpo. Proibi visitas não queria compaixão de
ninguém. Uns quinze ou vinte dias foi cicatrizando, a casca
caindo e eu criei coragem de olhar no espelho, que coisa feia! Foi
ai que comecei a refletir. Essa foi a metade da pena que reparti
com meu irmão. A pedido da minha mãe recebi a visita da minha
namorada. Chegou sorrateiramente me cumprimentou ficou me
reparando, li os pensamentos dela. Pedi a ela que não voltasse
mais e que tudo estava terminado entra nós. Despediu e foi.
Agora chegou o momento de voltar as aulas. Pensei em não
voltar, mas estava determinado a me formar e voltei. Muito
triste com a minha aparência. Todas as manhãs assentava na
calçada da loja e ficava matutando... que pedido maluco foi
aquele. Não me arrependi e calei. Certa manhã assentado no
mesmo lugar, pensando, se não tivesse tirado aquele botijão
para fora, quantas pessoas estariam mortas num raio de muitos
metros, ainda com dois postos de gasolina a cem metros dali.
Esse pensamento me acalentou. De repente olho para o lado
vejo um velho de cor negra, chapeuzinho de aba curta, roupa e
sapatos brancos, tão brancos que refletia, com seu cajado
andando bem devagar. Aquela vara era maior que ele,foi se
aproximando. Bom dia meu filho! Porque está tão triste?
Respondi. Não vê como estou horrível. Ele falou não se
desespere tudo vai dar certo você vai ficar bom. Pede ao seu pai
para arranjar um sebo de carneiro bem branquinho, passe nas
queimaduras e fique um pouquinho no sol da manhã. Desejou
minhas melhoras e se foi. Vi pelas costas. Olhei para o lado e
quando virei de novo ele não estava mais. O pai foi atrás do sebo
e conseguiu. Comecei a usar todas as manhãs, o sol saia e eu
estava lá. Quando foi um dia olhei para os meus braços e vi,
pequenas manchas surgindo como se fosse sardas. Sai correndo
chamando minha mãe e gritando estou ficando pintado, a cor
estava voltando. Messes depois estava totalmente
restabelecido. Andei perguntando na vizinhança, mas ninguém
conhecia aquele PRETO VELHO! Essa encrenca é da pesada.
Quem seria ele? Um anjo? Uma entidade de luz? Ou meu grande
amigo.
Atenciosamente
Joades O.Alves

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