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Mostrando postagens de março, 2010

ARARA GIGANTE

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27/11/1982 - Quando iniciamos as pesquisas O povo conta, De um pico saia, No outro chegava. Estrondava, O fogo comia, Arara gigante descia. Voando rasante, Zumbido possante, O povo temia. Quando pousava, Marcas deixava, Na pedra macia. O monte, Assombrado, Medo metia. Na sexta santa, O galo canta, Três vezes ao dia. Por meio de contos folclóricos da região de Formosa – GO, voltamos à área de grande valor, para mais diversas pesquisas, ouvindo idosos, vaqueiros e fazendeiros. Chegamos mais outra versão sobre a localidade. Logo então, chegamos à entrada de uma fazenda e fomos recebidos por um vaqueiro, que nos recebeu- nos dizendo: - Pesquisador, Bom dia! E nós já perguntamos: - Estamos à procura de umas escrituras para fotografar, lá no pé do monte, quando foi que escreveram tudo aquilo na pedra, vocês sabem? O Vaqueiro respondeu: - Uai sô, foi no começo do mundo, quando a pedra era mole, pois tem até rasto de carro de boi... Sei lá, nois num gosta de ir lá não. É mal assombrado. Depo...

A MEMÓRIA

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27/11/1982 - Após a trilha referida no texto abaixo – Bisnau – Hora da meditação... Curioso , Com a pedra na mão, Deitei no chão. O túnel se abre; Energias se movimentam, Lá estão. A memória, Do passado ao presente, Em cristais reluzentes. A passagem secreta, De um mundo dourado, Onde naves flutuam. Após o almoço, às 14:00 horas, deitado no chão, coloquei à pedra na barriga e lá fui ... Onde eu estava era um mundo dourado, naves de várias formas flutuavam. Uma civilização evoluída que passou por ali sintonizada com a natureza. Como o percebido, o local ficou impregnado com muita energia produzido pelas suas engenhocas flutuantes, e ali ficou. Lá do espaço seria possível localizar a área, pelos seus sensores. De arenito a rocha e de rocha a fragmento. A passagem se abre, mas oscila de acordo com o movimento do planeta. IMPORTANTE : Ao visitar o local não destrua os registros, não altere a natureza, evite a poluição do ambiente. Não car...

O BISNAU

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27/11/1982 – Viagem de Pesquisa realizada na Serra do Bisnau Ás cinco saímos, Subimos, subimos, Lá chegamos. No pico da serra, O vermelho anunciando, Sua majestade chegando. Brilha aqui, Reluz ali, Pequenos diamantes... Rolando nas folhas, Pingando no solo, Diamantes por um instante. Ao longe... Silhuetas se mostram, A mata aparece. A cortina sobe, E num passe de mágica, A cobra gigante. Azul e prata, Silencioso... Rastejando na mata. Examinando a serra palmo a palmo em companhia do professor Oteno, bioquímico , observador e professor Samuel, matemático e também observador. Lá fomos nós procurar sinais, inscrições pictográficas e objetos que pudessem esclarecer às estranhas inscrições no pé da serra. Gravando, fotografando recolhendo algumas amostras para o exame geológico, quando descemos a serra pelo lado norte. De repente fleches de arrepios, zumbido no ouvido, cansaço com uma pressão no peito e um ligeiro aumento nos ba...

A TOCHA

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Aproximadamente, um dia antes do terremoto do Chile, mera coincidência... 26 de fevereiro de 2010. Madrugada, Céu nublado, Valparaizo (GO) dorme. Veloz aparece, Uma tocha dourada, Do leste veio. Cintilando, Verde, dourado, Atrás das nuvens. De repente, Lá está, Abaixo das nuvens. Um disco! Verde ofuscante, Parou por um instante E Lá se foi. Parece que observando à rodovia BR 40, quem sabe recolhendo o que? Quem sabe alguém que morreu ali. PRESERVE A VIDA! Não abuse da velocidade nessas vias. Não abrevie o tempo de vida, cada segundo deve ser aproveitado em prol de suas realizações. Não seja imprudente com a velocidade, sabendo que também existem erros na engenharia de tráfego. Pessoas mutiladas por acidentes ficam inconformadas com os desencarno. Parece não se conformarem. Joades O. A.